terça-feira, 21 de abril de 2009

A Influência da Tecnologia no Jornalismo

Esse texto de Ricardo Kotscho trata basicamente da informação frente aos novos meios criados pela tecnologia avançada que se tem nos dias atuais, e à conduta ética do jornalista ao utilizar desses meios para transmitir ao público as informações que ele consegue.
“Frase criada pela aluna Cristina Salvatti Abel, 2° ano de Jornalismo do IMES, que desenvolveu a resenha crítica escolhida por nós, sobre o ensaio: Verdade e velocidade x Tecnologia e Ética na Comunicação, de Ricardo Kotscho.”
O texto que foi escolhido mostra dois lados da Tecnologia vinculada ao Jornalismo, pois, tudo existe os dois lados, no caso da tecnologia, percebemos que o jornalista na maioria das vezes está mais preocupado com o tempo que deve mostrar a notícia, consegue rapidamente encontrá-la com a tecnologia, porém, de contraponto, lembramos que essa rapidez pode atrapalhar na confirmação da veracidade dos fatos, que pode ferir a ética jornalística, o que antes não ocorria no jornalismo com a falta de toda essa acessibilidade (pelo menos, não por esse motivo).
Contudo, devemos aprender a conciliar a velocidade com a ética.

TEXTO

A aluna Cristina Salvatti Abel, do 2º ano de Jornalismo do IMES - Universidade Municipal de São Caetano do Sul, desenvolveu uma resenha crítica sobre o ensaio: Verdade e velocidade x Tecnologia e Ética na Comunicação, de Ricardo Kotscho.
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Esse texto de Ricardo Kotscho trata basicamente da informação frente aos novos meios criados pela tecnologia avançada que se tem nos dias atuais, e à conduta ética do jornalista ao utilizar desses meios para transmitir ao público as informações que ele consegue.Kotscho, primeiramente, define a contradição entre a verdade e a velocidade. Ele diz que devido à rapidez com a qual o jornalista conta para informar as pessoas, a verdade dos fatos pode sair prejudicada, pois muitas vezes não se importa em checar a informação antes. Em segundo lugar, ele esclarece a contradição entre tecnologia e ética, dizendo que o jornalista se preocupa cada vez menos com as questões éticas quando tem a sua disposição recursos tecnológicos cada dia mais avançados. No desenvolvimento de seu texto, o autor tenta responder a questão do porque isso acontece. E a resposta que encontra é que essas contradições acontecem quando o responsável por uma redação se preocupa mais com as imposições que o mercado faz, tentando colocá-las acima dos princípios que regem a ética jornalística.Ele afirma que o que separa o bom (informação rápida) do ruim (informação errada ou distorcida) é o comportamento ético dos que estão envolvidos nos processos de criação e edição das notícias. E que um dia, os meios de comunicação terão os mesmos recursos, "padronizando" as empresas, e o que irá diferenciá-las é exatamente a conduta de seus dirigentes que já começa na fase de seleção dos profissionais que vão trabalhar em determinada empresa.Segundo Kotscho, formar uma empresa com equipamentos que tornam o veículo mais ágil, bonito e até mais eficiente está cada vez mais fácil. Os proprietários contam com, o que o autor chama de "anabolizantes", os brindes, mapas, fascículos, cd´s... O que ele considera difícil é formar equipes com jornalistas competentes e conscientes de seu ofício, além de corajosos e dispostos para ir o mais longe quanto for necessário para obter a informação correta e completa.Uma das contradições também apontadas, é que apesar da liberdade que o profissional dispõe nessa sociedade democrática, essa liberdade seja tão pouco usada, os jornalistas não ousam tanto quanto ousavam tempos atrás. E apesar de se discutir tanto a ética jornalística, ela seja tão pouco praticada no dia-a-dia de uma redação.A conclusão que o autor chegou é que se deve colocar a tecnologia disponível a serviço da verdade, sem permitir que a velocidade, conseqüência da tecnologia, influa na ética. E afirma também que o profissional que não se submeter a seguir essa corrida antiética, cheia de contradições, será recompensado futuramente, porque com essa padronização dos veículos, vai chegar uma hora em que o público vai querer algo diferente. Nesse momento, o profissional que se manteve fiel aos princípios éticos terá sua recompensa em forma de realização de saber que alcançou o objetivo de seu ofício: informar com a verdade e por completo.

http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=12450&id_noticia=72

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